domingo, 3 de junho de 2012

xSQL scanner: Ferramente avançada de auditoria de SQL

O xSQL Scanner é uma ferramenta avançada multi-plataforma de auditoria SQL que permite encontrar senhas fracas e vulnerabilidades sobre o MS-SQL, My-SQL e protocolos de PostgreSQL. Ele tem duas versões - uma em mono que funciona em Linux e outro que funciona em sistemas operacionais Windows.

Características do Scanner xSQL: 

  1. Opções de auditoria de vulnerabilidade
  2. Lançamento de exploits
  3. Exploit de senha em branco do MSSQL
  4. Módulo DoS MSSQL 7
  5. Teste de senhas fracas 
  6. Opção de wordlist
  7. Opção de UserList 
  8. SQL Portscanner
  9. Faixa de auditoria Endereço IP e mais ..
 Ele permite você parar a varredura de auditoria em curso e terminar mais tarde. Interface gráfica simples e fácil. Para sua versão atual - versão 1.6, a versão Mono não está disponível. No entanto, aqui estão as instruções que ajudarão você a baixar e executar Scanner xSQL em máquinas Linux:

get http://www.4shared.com/file/vb3jsT0h/xsqlscan-mono-124.html
tar-xzvf xsqlscan.tar.gz
cd xsqlscan
. / xsqlscanw

O programa irá verificar se você tem arquivos principais Mono. Se eles já estão instalados, o aplicativo será iniciado. Ou, responda "sim" para baixar as bibliotecas e arquivos principais mono.

Reinicie o aplicativo digitando:. / Xsqlscanw

 Baixar Scanner xSQL: xSQL Scanner 1.6 - xsqlscanner-1.6.zip - http://www.4shared.com/zip/4YrGt7hG/xsqlscanner-16.html

Fonte: http://www.pentestit.com/xsql-scanner-advanced-sql-audit-tool/

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Obama ordenou aumento de ciberataques contra sistemas de usinas nucleares do Irã, diz jornal


O presidente dos Estados Unidos Barack Obama teria ordenado, já nos primeiros meses de mandato no cargo, que ataques “sofisticados” contra sistemas de computadores de usinas nucleares no Irã fossem intensificados, segundo reportagem do “New York Times” desta sexta (1º).
De acordo com participantes da ação, a decisão aumentou significativamente a primeira ação sustentada por armas cibernéticas do país. De acordo com o “New York Times”, Obama acelerou os ataques (iniciados na administração de George W. Bush), mesmo depois que o vírus, conhecido como Stuxnet, acidentalmente saiu das usinas nucleares iranianas e circulou na internet mundial.
O Stuxnet, desenvolvido em conjunto pelos Estados Unidos e Israel, foi descoberto por empresas de segurança logo após sua “fuga acidental” do Irã. O “New York Times” afirma que houve uma reunião logo após o ocorrido na Casa Branca, com a presença de Joe Biden, vice-presidente dos EUA, e o diretor da CIA (Agência Central de Inteligência) na época, Leon E. Panetta, na qual consideraram que o esforço “havia sido fatalmente comprometido”.
Obama teria perguntado “devemos desligar essa coisa?”, segundo membros da segurança nacional presentes na sala. Ao ser avisado que ainda não estava claro o quanto os iranianos sabiam sobre o código do vírus e que ele ainda estava “causando estragos”, Obama teria decidido continuar o ataque cibernético.
De acordo com o jornal americano, nas semanas seguintes, a usina nuclear iraniana de Natanz foi atacada com uma nova versão do vírus e mais uma vez depois também. Na última série de ataques, poucas semanas depois de o Stuxnet ser detectado no mundo, cerca de 1.000 a 5.000 centrífugas que enriquecem urânio foram paralisadas.
As informações foram obtidas pelo “New York Times” após 18 meses de entrevistas com ex-oficiais americanos, israelenses e europeus envolvidos na ação, além de outros especialistas.
O Irã inicialmente negou que suas usinas nucleares haviam sido atacadas por um vírus de computador, mas depois admitiram o fato. O país, após o ataque, criou uma unidade militar de ciberdefesa em 2011.
O governo dos Estados Unidos apenas recentemente admitiu desenvolver armas cibernéticas e nunca admitiu tê-las utilizado. 

Lançado o OpenVas 5

Se você estiver procurando uma alternativa para o Nessus, OpenVAS é. Porque ele é um fork do Nessus. 

OpenVAS (Open Vulnerability Assessment System) é um scanner de segurança de rede com ferramentas associadas, com um front-end gráfico. Ele era anteriormente chamado como GNessUs. OpenVAS é um fork da versão 2.2 do Nessus.

OpenVAS funciona com uma arquitetura cliente / servidor, composto de vários componentes:

OpenVAS-Server: A funcionalidade de scanner básica
OpenVas-Plugins: um conjunto de NVTs (teste de vulnerabilidade de rede)
OpenVAS-LibNASL e OpenVas de Bibliotecas: Necessário para a funcionalidade do servidor


A principal diferença entre o Nessus e o OpenVas é que este implementa a OpenVAS Transfer Protocol (OTP) que substituiu a transferência NessusProtocol (NTP) para a comunicação entre terminais e aplicações cliente GUI. Tem suporte para Inglês, alemão, espanhol, francês, sueco, hebraico e croata. O principal componente é um servidor com um conjunto de testes de vulnerabilidade de rede (NVTs) para detectar problemas de segurança em sistemas remotos e aplicações.



A equipe de desenvolvimento do projeto OpenVAS anunciou o lançamento da versão 5 de seu sistema em código aberto de avaliação de vulnerabilidades. De acordo com seus desenvolvedores, essa atualização se foca em simplificar o uso das ferramenta de varredura e gerenciamento de vulnerabilidades, e traz 20 novos recursos, incluindo o "asset management" que acrescenta uma segunda visualização dos resultados da varredura. Isso permite que usuários revisem esses resultados para qualquer seleção de dispositivos IP em uma rede.

A versão 5 do framework OpenVAS introduz suporte para configurações de usuários individuais, incluindo seus diferentes fuso horários, e possui relatórios delta, para que usuários possam analisar as diferenças entre dois resultados de varreduras. Acesso às informações SCAP (CPE, CVE) também foi acrescentado ao Security Information Database e pode ser atualizado através de um serviço de feed. Outras mudanças incluem a possibilidade de ordenar resultados por pontuação CVSS e suporte para usar um par de chaves SSH para autenticação. Os desenvolvedores também notaram que, até esse mês, existem mais de 25.000 Netwrok Vulnerability Tests (NVTs) disponíveis.
Uma lista completa de novos recursos podem ser encontrados no anúncio oficial de lançamento. O código-fonte e binários para o OpenVAS-5 estão disponíveis para download no site do projeto. O OpenVAS está licenciado sob a GPLv2 ou posterior, e é patrocinada pela empresa de TI alemã Greenbone Networks e o Escritório Federal de Segurança da Informação da Alemanha (BSI).



Fonte: http://www.pentestit.com/openvas-open-vulnerability-assessment-system/ e http://lnm.com.br/noticia/versaeo_5_do_openvas_ja_esta_disponivel

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Crimes na Web: Minimizado, PL Azeredo é aprovado

A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou nesta quarta-feira, 23/5, o projeto 84/99, mais conhecido como PL Azeredo, que trata da tipificação de crimes cometidos com o uso da Internet. Uma semana depois da tensa sessão que acabou encerrada por falta de quórum, a Comissão de Ciência e Tecnologia aprovou o projeto, conforme acordo, com apenas um voto contrário, do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ). 

O projeto, que agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça e pode, daí, partir direto para a sanção presidencial, foi profundamente reduzido, com a eliminação de 17 dos 23 artigos previstos no substitutivo aprovado no Senado, de autoria de Eduardo Azeredo (PSDB-MG). 

A aprovação faz parte de um acordo que já permitiu, na semana passada, a aprovação em Plenário – o projeto seguiu para o Senado – da proposta alternativa sobre crimes cibernéticos (o PL 2793/2011), apresentada pelos petistas Paulo Teixeira (SP) e Emiliano José (BA), além das deputadas Luiza Erundina (PSB-SP) e Manuela D´Ávila (PCdoB-RS) e João Arruda (PMDB-PR). 

Azeredo aceitou retirar 17 dos 23 artigos daquele texto – foram eliminados os artigos 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 12, 13, 14, 16, 17, 20, 21 e 22. Dessa forma, o texto que já foi chamado de AI 5 Digital, ficou restrito a quatro pontos: falsificação de dado eletrônico ou documento particular, favor ao inimigo (traição), racismo e previsão de criação de estrutura policial para combate a esses crimes.

Pelo acerto, foram excluídos pontos que eram considerados dúbios, por permitirem interpretações abrangentes que poderiam restringir liberdades de uso da Internet. Ou seja, itens como o acesso a dispositivo de comunicação ou sistema informatizado e a transferência de dados. 

Com o acordo, ficaram de fora pontos considerados mais polêmicos. Por exemplo, artigos que remetem a conceitos de “invasão” de sistemas informatizados, ou mesmo “manter ou fornecer” dados acessados sem autorização. As redações propostas permitiam a interpretação que penalizava redes P2P ou, mesmo, o uso “indevido” de equipamentos como iPods. 

As redes de compartilhamento – de músicas, por exemplo – poderiam ser fortemente atingidas com a criminalização da “obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação”, como era previsto no substitutivo que chegou a ser aprovado pelo Senado Federal. 

O texto original do substitutivo de Azeredo também previa penalizar quem acessasse “rede de computadores”, ou “dispositivo de comunicação”, o que daria margem às interpretações dúbias – afinal, o conceito de dispositivo de comunicação poderia abranger diversos tipos de equipamentos e tornar ilegal, por exemplo, desbloquear um celular. 

Também por força da polêmica acabaram ficando de fora artigos que remetiam ao “controle” de usuários por parte dos provedores – havia previsão de denúncia de atividades suspeitas. Igualmente acabaram excluídos os artigos que tratavam da guarda de registros de conexões, ponto esse que acabou migrando para o Marco Civil da Internet, em tramitação na Câmara. 

Com as mudanças, aquilo que já foi um projeto de lei classificado como assustador para militantes da Internet livre acabou reduzido a quatro pontos: equipara cartões de crédito/débito a documentos particulares, nos casos de falsificação; pune a transferência de informações de segurança (ou seja, traição, em caso de guerra); a determinação para que a polícia crie estruturas de combate aos crimes eletrônicos e, finalmente, a possibilidade de retirar do ar páginas com mensagens racistas. 

Veja como ficou a nova versão do PL 84/99: 

1) No art. 298 do Decreto-Lei no 2.848/1940 (Código Penal), que trata de falsificação, é criado um parágrafo único para definir que “equipara-se a documento particular o cartão de crédito ou de débito”. 

2) Os incisos II e III do art. 356 do Capítulo I do Título I do Livro II da Parte Especial do Decreto-Lei no 1.001, de 21 de outubro de 1969 (Código Penal
Militar), passam a vigorar com a seguinte redação: 
“CAPÍTULO I DA TRAIÇÃO
Favor ao inimigo
Art. 356. (...) 
II - entregando ao inimigo ou expondo a perigo dessa consequência navio, aeronave, força ou posição, engenho de guerra motomecanizado, provisões, dado eletrônico ou qualquer outro elemento de ação militar; III - perdendo, destruindo, inutilizando, deteriorando ou expondo a perigo de perda, destruição, inutilização ou deterioração, navio, aeronave, engenho de guerra motomecanizado, provisões, dado eletrônico ou qualquer outro elemento de ação militar”.

3) Os órgãos da polícia judiciária estruturarão, nos termos de regulamento, setores e equipes especializadas no combate à ação delituosa em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado.

4) O inciso II do § 3o do art. 20 da Lei no 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 20 (...) § 3o (...) II – a cessação das respectivas transmissões radiofônicas,
televisivas, eletrônicas, ou da publicação por qualquer meio”. 


Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=30516&sid=4#.T7z7N1iDu7A.twitter

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Câmara aprova punição para crimes cibernéticos


O Plenário aprovou nesta terça-feira (15) o Projeto de Lei 2793/11, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e outros, que tipifica crimes cibernéticos no Código Penal (Decreto-Lei2.848/40). A matéria será analisada ainda pelo Senado.
O texto prevê, por exemplo, pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa para quem obtiver segredos comerciais e industriais ou conteúdos privados por meio da violação de mecanismo de segurança de equipamentos de informática. A pena também vale para o controle remoto não autorizado do dispositivo invadido.
Essa pena poderá ser aumentada de 1/3 a 2/3 se houver divulgação, comercialização ou transmissão a terceiro dos dados obtidos.
O projeto é assinado também pelos deputados Luiza Erundina (PSB-SP), Manuela D´Ávila (PCdoB-RS) e João Arruda (PMDB-PR), pelo deputado licenciado Brizola Neto (PDT-RJ) e pelo suplente Emiliano José (PT-BA).
Invasão de dispositivo
Para o crime de “devassar dispositivo informático alheio” com o objetivo de mudar ou destruir dados ou informações, instalar vulnerabilidades ou obter vantagem ilícita, o texto atribui pena de três meses a um ano de detenção e multa.
Será enquadrado no mesmo crime aquele que produzir, oferecer, distribuir, vender ou difundir programa de computador destinado a permitir o crime de invasão de computadores ou de dispositivos como smart phone e tablet.
A pena será aumentada de 1/6 a 1/3 se a invasão resultar em prejuízo econômico; e de 1/3 à metade se o crime for praticado contra as seguintes autoridades públicas:
- presidente da República, governadores e prefeitos;
- presidente do Supremo Tribunal Federal;
- presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado, de Assembleia Legislativa de estado, da Câmara Legislativa do Distrito Federal ou de Câmara de Vereadores;
- dirigente máximo da administração direta e indireta federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal.
Ação Penal
Segundo o projeto, a ação penal poderá ser proposta apenas por representação da pessoa prejudicada, exceto se o crime for cometido contra a administração pública de qualquer dos Poderes ou contra empresas concessionárias de serviços públicos.

O projeto também atualiza artigos do Código Penal que tratam do crime de interromper serviços telegráficos para prever pena igual, de um a três anos de detenção, no caso dos serviços de internet. Será tipificado nesse artigo o ato de tirar um site do ar, por exemplo.
A falsificação de cartão de crédito também é tipificada pelo projeto como crime de falsificação de documento, já previsto no Código Penal, com pena de reclusão de um a cinco anos e multa.
Segundo o autor, essa tipificação preenche omissão hoje existente na lei. “Por causa da tipicidade estrita do direito penal, é preciso efetuar essa mudança para deixar claro que o crime de falsificação também ocorre quando o objeto é um cartão de crédito ou débito”, argumentou Teixeira.
Se o projeto vier a ser transformado em lei, todas as mudanças entrarão em vigência depois de 120 dias da publicação.
Punição
Teixeira disse que o texto dá um passo importante para punir criminosos que cotidianamente invadem contas bancárias e e-mails e que lucram com roubo de informações e clonagem de cartões. "São cerca de R$ 1 bilhão por ano roubados com práticas cibernéticas", disse.
Quem criticou a proposta foi o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), relator de outro projeto sobre o tema (PL 84/99). Azeredo denunciou o casuísmo do governo. "O governo é omisso sobre o tema há anos. Agora, por conta do vazamento das fotos da atriz Carolina Dieckman, o governo vota um projeto que não foi discutido em nenhuma comissão."
Teixeira rebateu as críticas, dizendo que não havia nenhum consenso sobre o projeto relatado por Azeredo. "Esse projeto [de Azeredo] cria tipos penais muito amplos, que dão margem para interpretação e podem até criminalizar quem baixa uma música", disse.

Íntegra da proposta:


http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CIENCIA-E-TECNOLOGIA/417372-CAMARA-APROVA-PUNICAO-PARA-CRIMES-CIBERNETICOS.html
Fonte: 

Avira Antivirus ou "AntiWindows"?

Resumo: Avira enviou uma atualização de antivírus com defeito que está causando versões pagas do seu produto bloquear os processos críticos do Windows e software de terceiros, efetivamente tornando milhões de PCs estragados.


Empresa alemã de segurança Avira está passando por sérias dificuldades técnicas. Uma atualização de antivírus com defeito que foi baixado milhões de vezes está trazendo o Windows XP, Windows Vista e Windows 7 computadores a um ponto insuportável em todo o mundo, segundo relatos de usuários (1, 2).


A atualização solavancos da versão de software para 8.2.10.64 e do arquivo de definições de 7.11.30.24. O resultado é que o componente AntiVirProActiv começa a detecção de processos críticos como malware, incluindo o seguinte:


\ Windows \ system32 dllhost.exe \
\ Windows \ system32 \ explorer.exe
\ Windows \ system32 \ iexplorer.exe
\ Windows \ system32 \ notepad.exe
\ Windows \ system32 \ regedit.exe
\ Windows \ system32 \ rundll32.exe
\ Windows \ system32 \ taskeng.exe
\ Windows \ system32 \ wuauclt.exe
Esses são apenas alguns dos falsos processos do Windows detectadas. Avira, por vezes, matá-los e para a inicialização do Windows, mas isso não é o fim.


A atualização também está bloqueando outros softwares da Microsoft (como o Microsoft Office e Microsoft Works), bem como várias aplicações de terceiros, incluindo Byki 4 Express, Documents To Go, Garmin, Google Talk, iPod and Palm services, Opera, OpenDNS Updater, Polipo, Shadow, Stickies, e muitos outros. Em outras palavras, quase todo arquivo executável está sendo falsamente detectados por esta atualização.


A boa notícia é que a edição gratuita (Avira AntiVir Personal) não inclui ProActiv, por isso não é afetado. A má notícia é que as edições para consumidor paga (Avira Antivírus Avira Premium e Internet Security), assim como a edição de negócios (Avira Professional Security) têm que fazer, e assim são afetados.


A atualização malformatada é um desastre de relações públicas. Um usuário do Avira, que atende pelo nome de AaronH postou a seguinte queixa:


Nossa empresa usa Bundle Avira Negócios extensivamente. Temos 100 usuários gerenciados centralmente neste site sozinho, e uma dúzia de usuários apoiamos na estrada.


Esta atualização tem sido bastante catastrófico. O chão empresa inteira estão parados.


Ao chegar ao trabalho esta manhã, os usuários foram recebidos com uma atualização Avira levando-os a reiniciar as suas máquinas. A maioria dos usuários o fizeram.


Infelizmente, após a reinicialização, a maioria dos usuários não poderia entrar, como Pro-Activ estava bloqueando o processo de login. Alguns usuários conseguiram entrar, mas eles não podiam abrir o Outlook, Excel, ou quaisquer outras aplicações, devido a eles que está sendo bloqueado pelo Pro-Activ.


Nós rapidamente informados todos os usuários para não reiniciar, mas a maioria tinha feito isso, ou ignoraram nossa assessoria.


Depois de verificar este fórum e encontrar a causa do problema (enquanto espera em espera com suporte empresarial), que empurrou para fora uma atualização de configuração para desativar Pro-Activ. Após reiniciar, no local, os usuários poderiam, então, log in


No entanto, os usuários fora do local receberam a atualização, mas agora são incapazes de se conectar à VPN para receber a atualização de configurações centralizadas implantadas. Tentando apoiar uma dúzia de fora do local de usuários que não podem mesmo começar seus computadores não é muito divertido, isso é certo.


Eu fui um grande defensor da Avira dentro de nossa empresa, mas acho que isso pode mudar quando chega a hora de renovar a nossa licença em poucos meses.


Um moderador do fórum da Avira que atende pelo nome de marfabilis postou esta solução:


Avira está a analisando e discutindo estas detecções comportamentais suspeitas com alta prioridade.
Enquanto isso, você deve ver no arquivo em tempo real Proteção relatório dos processos bloqueados pelo Avira ProActiv (Ir para o Avira Control Center proteção> PC> Proteção em tempo real> Clique no arquivo de Relatório de exibição). Então, siga esta solução alternativa.


Botão direito do mouse sobre o ícone do systray Avira e escolha Configurar Avira Antivírus Avira premium 2012 ou Internet Security 2012
Habilitar Expert Mode
Vá para PC Protection> Proteção em tempo real> ProActiv> Aplicação de Filtro> Permitido
Digite cada caminho (do arquivo em tempo real Proteção relatório) no campo em branco e clique em Adicionar >>
Clique em Aplicar> OK
Dado que alguns usuários estão vendo este bloco atualização quase todos os executável único que pode encontrar, esta é uma solução terrível. Como tal, o moderador ofereceu uma alternativa: " Avira está a analisando e discutindo estas detecções comportamentais suspeitas com alta prioridade.  Se a situação é muito complicada de lidar, então você pode desativar o Avira ProActiv enquanto uma solução definitiva não é fornecido. "


Se você consegue iniciar o Windows (tente o Modo de Segurança), aqui estão as instruções para desabilitar ProActiv:


Abra o Gerenciador de Tarefas. Aperte CTRL + SHIFT + ESC, botão direito do mouse na barra de tarefas e escolha "Iniciar Gerenciador de Tarefas", ou pressione CTRL + ALT + DEL e clique em "Iniciar Gerenciador de Tarefas".
Clique em File, depois em "New Task (Run ...)", digite "C: \ Arquivos de programas \ avira \ antivir desktop \ avconfig.exe" ou equivalente, e clique em OK. Isso abrirá a janela de configuração do Avira Antivirus.
Clique no botão de modo de peritos no canto superior esquerdo.
Clique proteção em tempo real no painel esquerdo e, em seguida, Proactiv. Desmarque a caixa de seleção para "Enable Proactiv" à direita. Clique em Aplicar.
Reinicie o computador.
Novamente, esta não é uma solução final. Avira lançou uma atualização que supostamente corrige o problema, mas os usuários ainda estão tendo problemas. O moderador diz que a atualização corrigiu o problema para ele, mas nem todos os tópicos concorda.


Isto é provável porque aqueles que agora têm computadores danificados estão encontrando dificuldades para atualizar o software antivírus da Avira. Lembre-se, algumas pessoas não pode mais carregar seus PCs com Windows. Eu recomendaria tentando entrar em modo de segurança, desabilitando ProActiv, reiniciar o Windows, a atualização do antivírus, e re-habilitar ProActiv.


Fonte: http://packetstormsecurity.org/news/view/20995/Avira-Antivirus-Update-Cripples-Millions-Of-Windows-PCs.html

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Plugin de serviço do Google expõe 30 mil sites a vulnerabilidades e ataques maliciosos


Foi divulgada pela empresa de soluções de segurança RandomStorm vulnerabilidade relacionada a plugin que disponibiliza a blogs e sites o CAPTCHA, serviço de reconhecimento de acessos humanos (Teste de Turing) de adquirido pelo Google em setembro de 2009.

A vulnerabilidade Cross-Site Scripting (XSS) está presente no plugin WP-reCAPTCHA, utilizado em mais de 30 mil ocorrências de sites pesquisados pelo próprio sistema de buscas do Google.


O referido plugin, agora indisponível ante a divulgação da vulnerabilidade, poderia ser baixado nos links  http://www.google.com/recaptcha e http://wordpress.org/extend/plugins/wp-recaptcha .

A Prova de Conceito (POC) da vulnerabilidade é a seguinte:
http://localhost/comment-page-1/?rcommentid=(id number)&rerror=(XSS)

Pesquisando pela referência inurl:rcommentid= error= no Google, percebe-se que há mais de 30 mil ocorrências em sites do mundo inteiro.

fonte: http://wilfredoenrique.blogspot.com/2011/12/plugin-de-servico-do-google-expoe-30.html